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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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BIO POLI: DESIGNERS PORTUGUESES QUEREM REVOLUCIONAR FESTIVAIS DE MÚSICA COM COPOS ECOLÓGICOS

Mäyjo, 19.06.15

Bio Poli: designers portugueses querem revolucionar festivais de música com copos ecológicos

Ana Sofia Malta e Hugo Moreira são dois jovens designers portugueses do Fundão que querem aliar os conhecimentos adquiridos na faculdade à protecção do planeta, trabalhando sob o lema “design eficiente para o meio ambiente”.

Para isso criaram a Bio Poli, uma startup nacional de eco design que tem como objectivo comercializar produtos de plástico de origem vegetal: uma matéria-prima renovável, não tóxica e mais ecológica. O produto escolhido pela dupla de designers foi um sistema de copos reutilizáveis de plástico, de origem vegetal, que possam ser utilizados em eventos ou festivais de verão, quer nacionais ou internacionais. Com a utilização destes copos reutilizáveis pode ser evitado o uso de milhões de copos descartáveis, que podem demorar 400 anos a degradar-se na natureza.

De acordo com os fundadores da Bio Poli, os produtos desenvolvidos pela marca podem ser personalizados através da identidade visual corporativa das empresas, o que permite reforçar o green marketing da marca, assim como permitem reduzir 80% do lixo gerado em grandes eventos.

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Adicionalmente, estes copos reutilizáveis são fáceis de transportar, oferecem conforto aos utilizadores e diminuem a pegada ecológica. No final do evento os utilizadores podem ainda levar o copo para casa como recordação.

Os copos reutilizáveis da Bio Poli são produzidos a partir de matérias-primas renováveis e podem ser reciclados. No caso de não serem reaproveitados, o material degrada-se em 180 dias, reduzindo o impacto no meio ambiente.

Roupa interior descartável produzida em três segundos é a nova moda da sustentabilidade

Mäyjo, 05.02.14

Roupa interior descartável produzida em três segundos é a nova moda da sustentabilidade

 

A impressão 3D, ou prototipagem, está a começar a revolucionar o mercado e quase tudo o que se pode imaginar pode ser feito a partir desta técnica. Foi o que fez Tamar Giloh, que fundou uma empresa, a Tamicare, que produz roupa interior, nomeadamente cuecas descartáveis para pessoas com incontinência a partir da impressão 3D.

Apesar de ser descartável, o que à partida pode soar a um produto pouco sustentável, estas cuecas são amigas do ambiente, uma vez que são “impressas” num material biodegradável, o Cosyflex, através de um método de baixo desperdício.

Através da sobreposição de camadas de polímeros de borracha e latex e fibras de algodão, com uma pistola de spray, uma técnica que não requer corte dos moldes nem implica desperdício de matériais, esta tecnologia desenvolvida pela Tamicare pode produzir uma peça em menos de três segundos ou até dez milhões por ano, refere o Grist.

O produto desenvolvido por Tamar Giloh ainda não está disponível no mercado, mas a Tamicare está já em negociações com uma empresa norte americana para a comercialização do produto, assim como foi já abordada pela conhecida marca de roupa interior Vitoria’s Secret.

 

in: Green Savers

Empresa britânica cria embalagem biodegradável para refeições prontas a comer

Mäyjo, 27.01.14

Empresa britânica cria embalagem biodegradável para refeições prontas a comer

 

Após conversações com uma série de cadeias de supermercados europeias, a empresa de embalagens de alimentos KCC está a aplicar um revestimento para embalagens biodegradáveis, no mercado de comidas pré-confeccionadas.

Segundo a empresa, citada pelo Edie, um subproduto da cana-de-açúcar serviria de barreira impermeável para estas embalagens mais amigas do ambiente.

Testes recentes demonstraram que as embalagens da KCC têm um bom desempenho e durabilidade, resistindo à humidade e sendo eficazes no aquecimento, tal como as embalagens tradicionais. Por comparação, a nova embalagem pode ir ao micro-ondas, ser utilizada num forno, congelada e, em seguida, reciclada como fibra de papel.

O criador de embalagens da KCC, Kevin Clarke, com quase 40 anos de experiência neste mercado, está confiante do sucesso desta tecnologia. “Em discussões com alguns supermercados, durante a fase de produção piloto, verificámos que os gestores ambientais se estão a aperceber das vantagens da utilização do subproduto da cana-de-açúcar ou do bambu para as embalagens, assim como a capacidade de serem biodegradáveis. Isto leva a uma menor pegada de carbono e um menor impacto no aterro”.

Kevin Clarke afirma que, uma vez que as embalagens terão o mesmo tamanho que as existentes no mercado, não será modificado o processo de produção, logo, este não será mais caro, permitindo uma fácil transição para os produtores de alimentos.

 

in: Grren Savers